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PT
O Caso do Cadáver Esquisito, vários autores, Editorial Prado, 2009
A primeira edição da Prado com 500 exemplares numerados!

O Caso do Cadáver Esquisito é um livro escrito a 24 mãos (11 escritores e 1 designer) que relata o caso de um detective português que encontra numa série de crimes peculiares – e nas misteriosas inscrições gravadas nos corpos das vítimas – a razão de ser da sua natureza: de poeta... e de assassino.

Uma novela policial edificada sobre os pilares da fórmula surrealista cadavre exquis, reunindo debaixo ou dentro da mesma capa o contributo de alguns dos mais promissores e mais curiosos/esquisitos autores da língua portuguesa da actualidade. A Prado marca o início do seu projecto editorial, com o lançamento desta edição numerada de O Caso do Cadáver Esquisito, em Maio de 2011.
Um projecto que pretende continuar, alargando as fronteiras e as liberdades da palavra escrita.

ENG
The Cadavres-exquis affair, several authors, Prado Editions, 2009
This is the first edition of Prado - 500 numbered copies!

The Cadavres-Exquis affair is a novella written by 24 hands (11 writers and 1 graphic designer) that tells the story of a Portuguese detective who encounters in several peculiar crimes – and in the mysterious inscriptions in the body of the victims - the main reason to live and to kill of a poet...and assassin...

Autores/Authors: Afonso Cruz, Jacinto Lucas Pires, Joana Bértholo, Luís Caminha, Maria João Lima (grafismo), Miguel Castro Caldas, Ondjaki, Patrícia Portela, Paulo Condessa, Pedro Medina Ribeiro, Rita Taborda Duarte, Sandro William Junqueira

Edição e produção: Prado - Isabel Garcez, Helena Serra, Patrícia Portela e Pedro Pires.

PRESS PT

“O que atrai neste conto é diversidade de estilos e a forma como, apesar das diferenças, se conjugam harmoniosamente. Embora escrito a 22 mãos, há nesta história todos os ciclos que uma narrativa deste género reclama." (...) "o surrealismo não morreu (...) tese (de Cesariny) que este conto em forma de cadavres-exquis (...) vem confirmar.
Luís Ricardo Duarte | Suplemento i

(…)“Talvez pela estrutura, não há momentos parados no livro” (…) “e os autores, na sua maioria, são engenhosos na forma como terminam os capítulos” (…)
Ana Dias Ferreira | TimeOut Lisboa

(...) o coração do novíssimo romance português, de certo modo representado na composição lúdica e cosmopolita do romance colectivo O Caso do Cadáver Esquisito, não se revê já no cânone do romance português criado nas décadas de 60 e 70, que privilegia a construção formal e concetual da narrativa e a intelectualização da história face à ludicidade narrativa, isto é, face a um novo mundo literário ostentado como jogo lúdico de consciências individuais, por vezes caprichosas e irracionais (Patrícia Portela), por vezes espelho amplificado de um inconsciente lógico/ilógico reitor do mundo (Gonçalo M. Tavares), ambos, bem como todos os restantes novíssimos escritores, confessando a impossibilidade de relação transparente entre a palavra e a realidade.
Esperemos uma década para sabermos se os autores privilegiados pelo cânone vigente não serão minimizados face ao novo cânone emergente, anunciado emblematicamente por O Caso do Cadáver Esquisito. (...)"
Miguel Real in O Romance Português Contemporâneo 1950-2010, Editorial Caminho, 2012